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Teste de Cor da Tela

Campos de cor sólida e degradês em tela cheia. Os sólidos mostram manchas e falta de uniformidade; os degradês mostram banding. Apague a luz antes — nenhum dos dois aparece direito num ambiente claro.

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O que cada tela conta

  • Branco — mostra dominantes de cor, manchas e poeira. Se o branco puxa para amarelo ou azul, quase sempre é o perfil de cor ou um filtro de luz azul, não o painel.
  • Preto — mostra vazamento de luz nas bordas, clouding e o nível real de preto. Num OLED deve ficar realmente escuro; num LCD, cinza-escuro é o esperado.
  • Vermelho, verde e azul puros — isolam cada subpixel. Um ponto que some numa dessas telas e aparece nas outras é um defeito de subpixel.
  • Cinza — a tela mais reveladora para uniformidade. Áreas mais claras ou mais escuras nos cantos são desníveis de retroiluminação.
  • Degradês — mostram banding. A transição deveria ser contínua; faixas visíveis indicam profundidade de cor limitada.

Como obter um julgamento justo

  1. Apague a luz. Reflexos escondem tanto banding quanto irregularidade.
  2. Desligue os filtros. Modo noturno, luz azul reduzida e perfis do sistema alteram tudo que você está prestes a avaliar.
  3. Ponha o brilho no nível de uso normal, não no máximo.
  4. Olhe de frente. Painéis VA e TN mudam de cor com o ângulo, e isso não é defeito.
  5. Deixe a tela aquecer alguns minutos: LCDs mudam levemente de temperatura de cor ao esquentar.

Banding nem sempre significa defeito

Muitos monitores acessíveis, e quase todos os notebooks de entrada, usam painéis de 6 bits com dithering para simular 8 bits. Eles produzem banding leve em degradês por projeto, e isso não é motivo de devolução — é a categoria do produto. O que merece atenção são faixas grosseiras e irregulares, degraus que mudam de posição enquanto você olha, ou banding que aparece só num canal de cor.

Vale conferir também a fonte: vídeo comprimido tem banding próprio, que não tem nada a ver com a sua tela. Os degradês desta página são desenhados pelo navegador, sem compressão pelo caminho.

Outras verificações que valem a pena

Pontos que não mudam de cor são assunto do teste de pixel morto. Luz escapando pelas bordas fica melhor coberta pelo teste de vazamento de luz. Sombras permanentes num OLED são caso do teste de burn-in. Para percorrer tudo de uma vez, use o teste de monitor.

Mais ferramentas de tela

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Perguntas frequentes

Como testar as cores do monitor?

Rode a sequência acima em tela cheia num ambiente escuro. Ela alterna telas de cor sólida e degradês. As telas sólidas revelam manchas e falta de uniformidade; os degradês revelam banding, que aparece como faixas em vez de uma transição contínua.

O que é banding de cor?

É quando um degradê aparece em degraus visíveis em vez de variar suavemente. Costuma indicar um painel de 6 bits usando dithering para simular 8 bits, mas também pode vir da compressão do vídeo ou de um perfil de cor mal ajustado. Um pouco de banding é normal em telas baratas.

Este teste mede a precisão de cor?

Não, e nenhum teste de navegador mede. Precisão de cor em delta-E exige um colorímetro encostado na tela. O que este teste faz é revelar problemas visíveis — dominantes, manchas, banding, zonas irregulares — que você consegue julgar a olho nu.

Por que minha tela parece amarelada ou azulada?

Quase sempre é um ajuste, não um defeito. Filtros de luz azul, modo noturno, perfis de cor do sistema e o próprio modo de imagem do monitor mudam a temperatura de cor. Desligue tudo isso antes de julgar o painel: na tela branca, a diferença fica evidente na hora.

O teste serve para OLED e telas de celular?

Serve. Qualquer tela que rode um navegador pode ser testada. Em OLED as telas sólidas também ajudam a revelar retenção de imagem — para isso, o teste de burn-in é mais específico.

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